Chegou em casa.
A mãe dormia. Caminhou pelo corredor. Olhou as duas lá, na mesma cama, cada uma a seu modo, deitadas, dormindo. Encarou o momento. Revirou as lembranças e os pensamentos. Maquinou toda a idéia e as possíveis fugas e conseqüências. Não havia muito a fazer além de ir em frente.
Tocou o lençol docemente, suave, cuidadoso.
A pele jovem da mais moça, era como um rio de delícias e procurou saber as sensações. Estava de saia. O que tenta bem mais.
Foi afastando o lençol, prestando atenção ao movimento involuntário das pernas da irmã. Sim, era a irmã. E uma chica linda também, no frescor de seus quatorze anos de adolescência. Saltou de interesse para a outra, vinte um anos essa, mas há algum tempo já descobrira seu corpo na noite e pelas frestas.
Usava um short curto, puxou com delicadeza e viu a calcinha creme e logo a pele branca da bunda. O dedo foi logo brincar entre aqueles dois mundos de prazer. Mas ainda queria entrar entre a saia da outra. E lá se foi, para o outro lado da cama.
Aquela mente assim se fazia, entre desejos, paixões, distúrbios, sexo e sexualidades, tentações, incesto, pedofilia, zoofilia…
…
Conseguiu, ficou observando, aproximou o rosto, sentiu o cheiro, tocou por entre as pernas, a boceta coberta pela calcinha. Fez isso durante algum tempo, até que uma delas se acordou lentamente e ele se refugiou no silêncio da sua masturbação.
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