Poemas de autoria de Josi Vice

Body Dance

Calor e delírio depois de uma noite
Dentro de uma paixão sem muitos truques
Corpo encontrando corpo
mãos encontrando mãos
Bocas com bocas
Línguas como que em completa fusão
a atração parece algo de pele e toque
algo como uma química
e em um abraço nossos corpos começam a dançar
a balançar, a valsar em uma sensação de paz
pele e cheiro, braços dados
desejo
nãos eio que se passa em sua mente
mas eu amo e não sofro
posso sorrir sem esperar
mas o corpo deseja, pede
Seu pescoço, seus cabelos,seus ombros
e o sorriso tão sincero
Abraço esse sonho e enquanto eu puder sonhar amarei
Vem deixa eu tocar seu corpo
Deixa eu sentir a poesia do teu corpo
a dança do corpo que sente a paixão
Em uma noite dentro de uma paixão sem muitos truques…

Josi Vice

Poemas 11 de abril de 2007

Emotion

Sinto-me próximo ao jardim do Éden diante dos teus lábios, tua pele
Meus olhos a contemplar a beleza nua na cor dos teus olhos
eu posso viver sem medo de perder, pois não me sinto dono de nada
E assim eu me sinto livre, sendo um simples homem
com as mãos vazias e os olhos prontos prar chorarem
Não de tristeza, mas de emoção
Uma emoção que não precisa de muito jogo de conqueista
Que é natural como uma paisagem distante da ganância humana
Eu não criticarei ninguém, pois hoje eu só quero mirar teus olhos
Não quero comopor um fim
Quero continuidade nas linhas
Mas uma hora parece que tudo acaba
e eu me sintoi pronto para entender a naturalidade de um ponto final
E por mais que eu não precidse chorar neste momento
eu até que sinto meus olhos lacrimejando
Pois ouço uma bela música
Uma música que fal de amor, de vida, de paixão,
de emoção.

Balada para um dia de sol

Reparei nas nuvens,
nas folhas secas no quintal,
no vento valsando com os galhos das árvores e com o varal
E pude saber que eu não preciso ter tanto medo assim
Eu sempre quis estender os meus sorrisos a todos os momentos
E tornar tudo de bom em eternidade,
Mas se eu não pudesse chorar de tristeza
Hoje eu não estaria lembrando com alegria
por saber que sofri, que pude sobreviver,
que sou hoje um pouco mais forte e honesto.
Hoje eu reparei nas asas de um pássaro:
a gaiola não o impedia de cantar,
Não sei dizer se era um canto
ou se era um lamento de prisioneiro.
Reparei nas pequenas gotas de suor se formando na pele
e em como o sol se parece com a imagem
que eu tinha da felicidade
Em um dia de sol eu não quero pensar se estou certo ou errado
só quero escrever uma poesia,
Uma balada para um dia de sol

Escrita intuitiva

-Faz tempo que eu não penso em escrever do jeito que pensei esses dois últimos dias, tipo parece que não tenho nada mesmo na cabeça, mas quero usá-la.
Eu quero um pouco de fumaça, cigarro.
Mas parece que a vontade não é tanta como antes.
Eu lembro que quando eu estava no centro, no meio da rua, fumando um pouco daquele cigarro de maconha e não deu nenhum barato em mim eu só fiquei eufórico, não por efeito, mas pela atitude.
Pô, fumar maconha no meio da rua, ainda parecia algo heróico, mas depois que eu fumei mais de mil vezes, e depois que você cheira, sinceramente vira uma merda.
Uma piada.
Maconha é coisa do passado.
Minha cabeça não é terra. Não preciso de adubo para fertilizar minhas idéias, mas pode fumar pô, relaxa.

-Muito careta esse papo. Mas beleza. Você com seu cigarro e eu com minha erva.

Josi Vice

Jaque

Putz! Queimei minha língua. Café quente demais. è nisso que dá, porque não pus água fria.
Não espero mesmo que isso saia de uma linha poética, aff, eu sou um pouco desorganizado para a escrita.(risos)


A vi no canto da sala, naquela festa com música alta, eu estava tonto e só pensava na música do Legião Urbana quando a vi. Aquela, Eduardo e Mônica.
Foi como ver uma princesa, mas ela não tinha pôse de princesa, talvez uma princesa gótiva, um anjo caído ou uma fada negra.
Eu não podia me aproximar, não me sentia bem.
E não me sinto bem por não ter ido lá, tentar algum assunto
Quantos caras param e voltam no mei do caminho?
Medo de mulher… Será?
Que coisa mais cafona.
Acho que eu não sou normal.
Ela ficou lá, parecia que os pulsos estavam cortados, e acima deles também, cicatrizes e aquela maquiagem no rosto.
Amo esse charme, essa pôse de dama da morte.
Eu nunca mais a vi.
O mundo já deve ter dado voltas demais desde aquele dia.
A garota estranha, com roupas pretas, ar desleixado, tédio no olhar, maquiagem borrada, como se tivesse chorado… Talvez tudo proposital.
Como saber?
As máscaras da juventude são tantas hoje em dia, como minhas calças rasgadas e meus olhos pintado sde preto, a maquiagem borrada e o tédio. Ai, que tédio!

O mal moderno é não saber olhar… para onde? A juventude na esquina com seus all stars fingindo serem rebeldes, sempre olhando em volta para saber se estão sendo observados, e pensando nos cabelos e na sua pôse.
A gente não amadurece, só nos tornamos novas crianças.
Não saber querendo saber é o que nos torna humanos.

Josi vice

Da cabeça que pende

Da cabeça que pende

 

 

Uma máquina para poder dizer na página nua

Um pouco da tua beleza rara de terráquea

Tu que és a doce amante que meu sono busca

Um pouco de ócio, ópio e volúpia

Para minha mente pouco lúcida

Procurando uma margem púbica onde descansar a cabeça

que pende

pende

Josi Vice