Um Pouco de Sangue

Um Pouco de Sangue
9 de maio de 2007
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Um pouco de sangue quando se abre a porta pela primeira vez
Um pouco de dor em algumas iniciativas
Algumas relaidades são tão falsas quanto as maiss bem contadas mentiras
Podes até dizer que é normal ser diferente
Mas eu não preciso concordar sorridente
A tristeza para mim não é algo banal
É algo sacro, quase moral
O tédio no olhar guarda um pouco de um tempero sensual
Como de um anjo numa tela de um artista olhando o nada
Que está fora do quadro
Enquanto um homem olha o nada que está no quadro olhando para fora
Dentro dos olhos como a Monalisa que parece desudar meu olhar
Aquelas imagens que caminham na venida e eu não quero ver
Parecem parte de um filme de Charles Chaplin
O que é um homem além de uma cobaia em um laboratório
Para que outros homens possam estudá- lo
Homens que condenam homens
Homens que assassinam homens
Vidas que se perdem mal-dormidas
Outras paradas na esquina
Esmolas não se compram
Eu já vi a vida em uma janela de um ônibus que não ia par aonde eu queria estar
Eu não sei onde vou parar
Eu deixei derramar um pouco de sangue
Para ver se me seguias
Mas eu não te vi mais
E cansei de me fazer jorrar

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